Lei de Direitos Autorais (Direitos de Autor e Direitos Conexos)
Essas obras literárias são protegidas pela lei número 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%209.610-1998?OpenDocument
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
Tudo tem seu tempo
Tudo tem seu tempo
Heleno de Paula
Tudo tem seu tempo,
nada resulta ao acaso
Noites frias sem lamento,
no aconchego dos teus braços
Os teus olhos vi sorrir,
O teu beijo enamorar
Toda fé que eu perdi,
sei que preciso esperançar
Incerteza é chama acesa,
não devemos esquecer
Se viver é bem melhor que sonhar
sem voar, não vamos saber
Tudo tem seu tempo...
O passado não se apaga
E se no presente há contento,
que futuro nos aguarda?
Heleno de Paula
Tudo tem seu tempo,
nada resulta ao acaso
Noites frias sem lamento,
no aconchego dos teus braços
Os teus olhos vi sorrir,
O teu beijo enamorar
Toda fé que eu perdi,
sei que preciso esperançar
Incerteza é chama acesa,
não devemos esquecer
Se viver é bem melhor que sonhar
sem voar, não vamos saber
Tudo tem seu tempo...
O passado não se apaga
E se no presente há contento,
que futuro nos aguarda?
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
sábado, 16 de novembro de 2019
sábado, 9 de novembro de 2019
terça-feira, 5 de novembro de 2019
domingo, 13 de outubro de 2019
terça-feira, 8 de outubro de 2019
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
Depressão
Depressão
Heleno de Paula
Mora a dor em mim
Dizem...
Deixa isso passa
Tudo que é ruim...
Simples, o tempo apaga
E eu fico assim...
Sem saber se há esperança
Só de pensar sobre o amor,
ver a alma sofrer,
dá um nó na garganta
Sinto num corte profundo
O peso do mundo,
o medo vem e me arrebate
Sinto que a minha sintonia
além da poesia é com a melancolia,
talvez seja tarde
Mas se o acaso houver
Bem-vindo o que vier
Faça o que bem quiser...
Mas por Deus, não me mate!
Por Deus, não me mate...
Por Deus, não me mate.
Heleno de Paula
Mora a dor em mim
Dizem...
Deixa isso passa
Tudo que é ruim...
Simples, o tempo apaga
E eu fico assim...
Sem saber se há esperança
Só de pensar sobre o amor,
ver a alma sofrer,
dá um nó na garganta
Sinto num corte profundo
O peso do mundo,
o medo vem e me arrebate
Sinto que a minha sintonia
além da poesia é com a melancolia,
talvez seja tarde
Mas se o acaso houver
Bem-vindo o que vier
Faça o que bem quiser...
Mas por Deus, não me mate!
Por Deus, não me mate...
Por Deus, não me mate.
segunda-feira, 17 de junho de 2019
Qual é o teu medo?
Qual é o teu medo?
Quantas rugas um espelho não viveu?
Quantos corpos uma sombra jamais sentiu?
Quantas vezes blasfemamos a Deus?
Quantos gritos da alma nem sequer se ouviu?
Quando o mundo nos calou a voz?
Quando a fome e a sede nos serviu?
Quantas vezes desatamos nós?
Quais os laços de verdade uniu?
Em quanto tempo se apascenta um coração?
Quantas vezes a saudade nos sorriu?
Quantas vezes já caiu um irmão?
Quantas vezes levantou e seguiu?
Quantas vezes estendemos nossas mãos?
Quantos abraços nos protegeram, viu?
É infindável interpelar só com a razão,
a emoção com poesia inferiu.
a emoção com poesia inferiu.
quarta-feira, 27 de março de 2019
sexta-feira, 22 de março de 2019
domingo, 10 de março de 2019
quarta-feira, 6 de março de 2019
sábado, 2 de março de 2019
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