Lei de Direitos Autorais (Direitos de Autor e Direitos Conexos)

Essas obras literárias são protegidas pela lei número 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%209.610-1998?OpenDocument

sábado, 18 de abril de 2026

De:

 De:

Heleno de Paula 


Despir

Despor

Desfrutar

Dividir


Discernir 

Desamar

Dissabor

Diluir


Desistir

Desabar

Decompor

Deprimir 


Debulhar

Definhar

Destoar

Decair


Dissonar 

Delinhar

Desvairar

Desiludir


De: Amor

Para: quem há,

no destino,

prosseguir.

Psicopoesia

 Psicopoesia 

Heleno de Paula


Presente inanimado

Desenlace umbilical 

Intrínseco, ego

Exaustão emocional 


Introspecto momento 

Reconhecer-se é fundamental

Retrospecto espelhamento

Prisão em espiral


Vaga em vida, vida vaga

Descontruir-se é vital

Corpo sem alma, destituir-se

Alma sem corpo, evoluir-se


Racionalizar, afeto, dores, acolhimento...

Restituir-se no ágape amor, paz divinal.






quarta-feira, 18 de março de 2026

Entre o silêncio e o copo

 

Entre o silêncio e o copo

Heleno de Paula


Se nos faltam palavras

Um silêncio preenche

Se nos falta o toque

Uma dor contundente

O vazio se instaura

A distância se estende

O que não se repara?

O que não compreende?

A natureza nos fala

Água e luz pra semente...

E o que não semeara,

Foi por ser negligente

A incerteza nos cala

Sem amparo, se rende

O que os olhos não veem...

coração se arrepende

Mais um sonho se acaba

Sofremos nitidamente

Mais um samba que nasce

Poesia eloquente

O cigarro se apaga...

Garçom, uma dose, urgente!











segunda-feira, 2 de março de 2026

Solidão

Solidão

Heleno de Paula


Fecho os olhos

Regresso ao ventre

Ignoro o entorno

Silêncio perene


Vívido

Engodo

Solitário

Pungente


Desperto

Renasço

Sob a luz

Indulgente


Entre o corpo e a alma

O divino presente

Entre a cruz e a espada

O meu pó indigente


domingo, 18 de janeiro de 2026

Poesia da relatividade

 

Poesia da relatividade

Heleno de Paula



Não domamos o tempo

Preenchemos espaços

Relativos momentos

Cada qual num compasso


Se tem dor, sofrimento

Tudo em paz, nosso abraço

Ser, viver, sentimento

O estar, lado a lado


O destino a contento

Nos uniu feito laço

O amor advento

Absoluto abstrato


Esse meu pensamento

Fundamentei em teu lastro

Alma, luz, espaço-tempo...

Corpo eternizado.















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